23 de abril de 2019

Ensino híbrido é apontado como o futuro da educação

Os avanços da tecnologia têm renovado o papel dos professores em sala de aula. Também estão contribuindo para aprimorar a forma com que a educação é praticada numa sociedade em constante evolução. O fato pode ser verificado a partir das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular. Além disso, na visão de especialistas da área, o ensino híbrido representa o futuro no Brasil e no mundo. Parte daí a importância de ir além do simples ato de colocar equipamentos em salas de aula. Afinal, é imprescindível contar com um olhar pedagógico para que a tecnologia tenha um uso efetivo no processo de aprendizagem.

É justamente isso que defende Julia Freeland Fisher, diretora para educação do think tank Clayton Christensen Institute. A entidade sem fins lucrativos dedica-se à inovação em diversos setores e ao estudo de sete modelos de ensino híbrido. Todos eles permitem combinar experiências de aprendizagem flexíveis, online e offline, para criar outras formas de tempo e espaço. Assim, cada aluno pode personalizar os estudos de acordo com suas dificuldades e aptidões para assimilar o conteúdo. Enquanto isso, os professores conseguem gerenciar melhor sua atenção para instruir pequenos grupos, de maneira mais direcionada.

 

As vantagens do ensino híbrido frente ao tradicional

Atualmente, conforme Julia Freeland Fisher, os alunos passam por um aprendizado de ritmo relativamente rígido. Há pouca flexibilidade para ir além do conteúdo explorado ou para dedicar mais atenção a tópicos de difícil compreensão. Já no ensino híbrido, a aprendizagem pode ser entregue de acordo com as necessidades de cada aluno. Afinal, ela utiliza o poder da internet para escalar o aprendizado de maneira personalizada. Dessa forma, transforma o estudante no protagonista deste novo cenário educacional. Neste contexto, o segredo vai além da discussão de argumentos pró ou contra a tecnologia na educação. Para a especialista, o fundamental é entender no que ela pode ou não contribuir e, a partir disso, ser implantada.

Para Julia, todas as escolas deveriam iniciar o processo de adaptação ao ensino híbrido buscando um modelo de aula ideal. E, somente após esta definição, analisar como a tecnologia poderia apoiar o aprendizado e o trabalho dos professores. Afinal, as ferramentas digitais têm muito a colaborar com a educação, desde que aplicadas com o devido propósito. Dessa forma, o ensino híbrido é a chave para combinar o ensino online com o presencial de forma eficaz. Para saber mais, entre em contato com a iPlace Educacional, sua melhor parceira para iniciar esta jornada!

 

Foto: iStock/metamorworks

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