29 de outubro de 2020

Alfabetização midiática: trunfo no combate às fake news

Nos últimos anos, poucos assuntos vêm ganhando tanta relevância quanto as já famosas “fake news”. Sintoma de um mundo conectado e ainda incipiente na alfabetização digital, o termo acaba por ser vago. Ou seja, pode se referir a uma grande quantidade de conteúdos. Desde textos ou imagens meramente descontextualizados até documentos elaborados com a clara intenção de manipular o público. Além disso, o termo por vezes é usado para desqualificar informações que, na verdade, são legítimas, mas que contrariam determinado ponto de vista.

Nesse contexto, saber “separar o joio do trigo” torna-se uma tarefa fundamental. E é através da alfabetização midiática, especialmente nas escolas, que isso pode ser feito. Afinal, a sala de aula – seja ela presencial ou virtual, em tempos de pandemia – é o melhor espaço para o desenvolvimento do senso crítico.

Alfabetização midiática no currículo escolar

A importância de estudantes saberem interpretar o que veem na mídia é tanta, que a questão foi contemplada pela BNCC. Já em vigor, a Base Nacional Comum Curricular prevê o assunto, especialmente, quando apresenta as diretrizes para o Campo Jornalístico-Midiático. Segundo o texto, alunos devem saber “analisar e produzir notícias, refletir sobre o papel da publicidade e o ambiente da desinformação”. Assim, cabe às escolas implementar a alfabetização midiática em seus currículos – preferencialmente de forma multidisciplinar. Afinal, a construção de um senso crítico passa pelo português, pela sociologia, história e geografia, além da informática.

Ferramentas Apple para a educação tecnológica

Em tempos de redes sociais, realizar a alfabetização midiática passa necessariamente pelo contato com a tecnologia. Porém, não é apenas nessa tarefa que a lógica digital pode ser útil dentro do contexto escolar. Aliás, é o contrário: a BNCC estimula fortemente o ensino de linguagens de programação e desenvolvimento de código. Tais conteúdos, inclusive, se tornam muito mais fáceis e atrativos para os alunos quando abordados por meio da plataforma Apple. Afinal, o iPad, além de ser divertido, é a porta de entrada para o ensino de tecnologia em sala de aula.

Com o iPad, professores e estudantes podem acessar também o Programação para Todos. Trata-se de um currículo desenvolvido pela Apple para tornar o desenvolvimento de código acessível a qualquer pessoa. A maior parte dos conteúdos é desenvolvida a partir do Swift Playgrounds, aplicativo gratuito fornecido pela Apple. No app, as crianças têm contato com a programação de forma lúdica, o que facilita o aprendizado. Utilizando quebra-cabeças e personagens divertidos, os estudantes passam por uma verdadeira alfabetização em linguagens de código, sem nem perceber. Assim, de forma leve e descontraída, podem vir a se tornar verdadeiros programadores.

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Foto: iStock/Radachynskyi
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