13 de novembro de 2020

Como avaliar a aprendizagem dos alunos no ensino remoto

Desde o início da pandemia de covid-19, o setor educacional vem se reinventando. Afinal, com o fechamento temporário de escolas, aulas migraram para plataformas online – e até o conteúdo teve de ser repensado. Ao mesmo tempo, a rotina de aprendizagem dos alunos e as práticas de trabalho dos professores também precisaram se adaptar.

Nesse contexto de turbulência, algumas mudanças foram particularmente desafiadoras para o processo de ensino, enquanto outras se revelaram verdadeiras oportunidades. É o caso dos métodos de avaliação, que há muito tempo já vinham sendo debatidos. Com o ensino remoto, novas formas de analisar o aprendizado dos estudantes estão sendo postas em prática.

Gargalos da avaliação convencional

Tradicionalmente, escolas costumavam utilizar provas objetivas ou dissertativas como principal método de avaliação dos alunos. O formato tem suas vantagens, mas tende a gerar um retrato muito pontual e isolado sobre a aprendizagem dos estudantes. Além disso, pode acabar ensejando resultados distorcidos. Afinal, a prova com data e assuntos marcados tende a incentivar os alunos a decorar – e não aprender – os conteúdos.

Métodos mais modernos de avaliação, em contrapartida, buscam fazer um acompanhamento regular e contínuo. Consequentemente, isso vai ao encontro da própria lógica das plataformas digitais de educação a distância.

Avaliando a aprendizagem no ensino remoto

Ao suspenderem atividades presenciais e migrarem para o ensino online, muitas instituições adotaram ambientes virtuais de aprendizado. Por exemplo, espaços como o Edmodo, que adapta à educação o funcionamento de uma rede social. Nesses ambientes, costumam ser muitas as ferramentas de interação entre estudantes e educadores. Logo, isso possibilita uma avaliação constante da aprendizagem.

Acompanhando as participações em fóruns, comentários e publicações, o professor consegue mensurar a evolução dos alunos. Além disso, pode acessar estatísticas de uso – como tempo de permanência nas páginas – para avaliar o interesse a dedicação dos estudantes. Tais ferramentas se tornam ainda mais eficazes quando a apresentação dos conteúdos é subdividida em tópicos pelo professor. Assim, caso haja alguma dificuldade de aprendizado, fica mais fácil identificar sua origem, bem como encontrar maneiras de solucioná-la.      

Adotados às pressas nos últimos meses, os ambientes virtuais de aprendizagem se mostraram bastante eficazes. Agora, com o retorno gradual às atividades presenciais, cabe às instituições manter em uso as boas ferramentas digitais recém-descobertas. Afinal, o futuro da educação pós-pandemia sem dúvidas será cada vez mais tecnológico.

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Foto: iStock/Tetiana Soares
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