1 de abril de 2021

Educação midiática: duas formas de trabalhá-la em aula

Debatida há anos no setor de ensino, a educação midiática está se tornando ainda mais imperativa. Isso porque, como podemos perceber cotidianamente ao usar o celular, a quantidade de informações na internet é cada vez maior. Todos os dias, milhões de novas fotos, vídeos e textos são produzidos, postados e compartilhados. Ao mesmo tempo, as próprias mídias vão se transformando rapidamente e gerando novas formas de comunicação. Por exemplo: há pouco anos, quem diria que memes, emojis, GIFs e stickers seriam tão preponderantes nas conversas via aplicativos?

Nesse contexto, a educação midiática apresenta-se pelo menos de duas formas dentro do ambiente escolar. Afinal, ela tanto pode ser um conteúdo curricular quanto uma estratégia de ensino para modernizar e dinamizar as aulas. Abaixo, conheça mais detalhes sobre essas duas maneiras de abordar o conceito.

Trazendo a educação midiática para a sala de aula

Primeiramente, é interessante pensar na educação midiática como um objeto de estudo, ou seja, algo a ser trabalhado em aula. Aliás, nesse caso o termo mais adequado é “alfabetização midiática”. Isso porque se trata, de fato, de um processo semelhante ao de ensinar/aprender a ler e escrever. Porém, claro, levando em conta as especificidades desse universo. Assim, a alfabetização midiática deve trabalhar os conceitos, características e contrastes entre os diversos tipos de mídia. Dessa forma, pode-se propor que os estudantes identifiquem as diferenças entre mídia tradicional e redes sociais, por exemplo.

Nessa etapa da educação midiática, o importante é que professor e alunos trabalhem muito o pensamento crítico. Afinal, vivemos em uma época de desinformação, onde as chamadas “fake news” estão por toda a parte. Além disso, a alfabetização midiática deve treinar os estudantes na produção de conteúdo de mídia de maneira responsável e ética. Assim, este é o momento de explorar as diversas ferramentas de texto, foto e vídeo oferecidas por dispositivos como o iPad e o iPhone. Igualmente, vale estimular a produção de mídia através de apps populares como Instagram e TikTok. Aliás, de certa forma, isso gamifica o ensino.

Ampliando os horizontes

Todavia, a educação midiática não se restringe a esse processo de alfabetização digital descrito acima. Logo, é importante pensar no conceito de maneira mais ampla, como um método que perpassa todas as áreas do ensino. Assim, urge trazer as mídias para dentro do universo escolar, mesmo quando não são o tema de discussão em si.

Para tanto, a dica é encarar os recursos e a linguagem digital sem preconceitos. Afinal, estas podem ser ferramentas de ensino tão úteis quanto as tradicionais – como lousas, livros didáticos ou folhas de exercícios. Além disso, com a vantagem de serem mais dinâmicas, versáteis e próximas do dia a dia dos estudantes.

Dessa forma, adotar a educação midiática significa estar aberto ao uso de vídeos, fotos, áudios, montagens e apps. Aliás, isso ajuda a dar uma roupagem mais atrativa a conteúdos e a estimular nos estudantes a sede de aprender. Sob essa nova perspectiva, é possível orientar os alunos a desenvolverem memes sobre tópicos da aula de História, por exemplo. Ou, quem sabe, a criarem stickers com fórmulas matemáticas para serem compartilhadas com colegas no Whatsapp para fixação do aprendizado.

Como podemos ver, trazer os novos recursos de mídia para dentro da sala de aula abre inúmeras portas. Além disso, com uma educação midiática completa, a escola se mantém atualizada, relevante e próxima de seus alunos. Portanto, basta explorar o uso educacional dos dispositivos tecnológicos e apps disponíveis no mercado, ampliando assim os horizontes do ensino.

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Foto: iStock/metamorworks
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